A importância da música no processo de ensino-aprendizagem

A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Segundo estudos realizados por pesquisadores alemães, pessoas que analisam tons musicais apresentam área do cérebro 25% maior em comparação aos indivíduos que não desenvolvem trabalho com música, bem como aos que estudaram as notas musicais e as divisões rítmicas, obtiveram notas 100% maiores que os demais colegas em relação a um determinado conteúdo de matemática.

Com base em pesquisas, as crianças que desenvolvem um trabalho com a música apresentam melhor desempenho na escola e na vida como um todo e geralmente apresentam notas mais elevadas quanto à aptidão escolar.

A valorização do contato da criança com a música já era existente há tempos, Platão dizia que “a música é um instrumento educacional mais potente do que qualquer outro”.

Hoje é perfeitamente compreensível essa visão apresentada por Platão, visto que a música treina o cérebro para formas relevantes de raciocínio.

Eis então uma reflexão para pais e principalmente educadores, buscando inserir a música no seu planejamento, bem como criar estratégias voltadas para essa área, incentivando a criança a estudar música, seja através do canto ou da prática com um instrumento musical, isso desde a educação infantil.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

FONTE: http://www.educador.brasilescola.com/sugestoes-pais-professores/a-importancia-musica-no-processo-ensinoaprendizagem.htm

Diogo Moraes (Dii)

A atuação do professor de educação infantil

O professor que atua na educação infantil deve ter uma preocupação específica de como lidar com as crianças no dia-a-dia e em situações especiais. Ao se tratar de alunos iniciantes no convívio escolar surgem situações diferentes e inesperadas em relação às demais fases escolares.

A criança tem um jeito próprio de encarar as novas etapas que vão surgindo em sua vida. Muitas vezes pais e educadores encaram esses acontecimentos com maior dificuldade que a própria criança que está passando por determinada vivência.
O ideal é que o professor tenha algumas atitudes, estratégias e comportamentos que favoreçam uma melhor aceitação e desenvolvimento dessa criança no ambiente escolar e até mesmo no seu dia-a-dia, podendo, inclusive, colocar em prática certos conhecimentos adquiridos, porém de forma meio que inconsciente.

Buscando compreender melhor o mundo infantil e a aceitação da criança nessa nova experiência sugere-se algumas dicas de como proceder no mundo infantil:
• Buscar organizar o espaço infantil de forma que o ambiente proporcione harmonia nos aspectos psicológicos e biológicos da criança;

• No período em que a criança estiver no Jardim de Infância, passar a sensação de um mundo mais lúdico no qual a criança, apesar de estar passando por um processo de educação e aprendizagem, não se sinta educada formalmente.

• Criar hábitos de correção com suavidade e fineza.

• Ao propor atividades para as crianças, conduza-as da melhor maneira possível, de forma que essas venham lembrar-se do momento com saudade.

• Preparar o momento da leitura com maior carinho possível, visto que se trata de um momento mágico para a criança, bem como estimula o crescimento do vocabulário preparando-a para a alfabetização.

• Observar bem os seus alunos, podendo detectar o que pode melhorar ou até mesmo o que deve ser eliminado.

• Ter consciência que punições devem ocorrer para corrigir maus hábitos, porém busque a melhor forma de realizar, fazendo com que a criança tenha consciência do erro.
Ressalta-se que o bom professor aprende junto com seus alunos, antes mesmo de propor a educá-los.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

FONTE: http://www.educador.brasilescola.com/orientacoes/a-atuacao-professor-educacao-infantil.htm

Diogo Moraes (Dii)

De docente para docente

Desta vez venho fazer uma indicação ,um livro que descobrir quando fazia o seminário sobre inclusão social de crianças portadores da síndrome de Down.
De Docente Para Docente
SINOPSE:

Um dos maiores desafios enfrentados pelos professores, atualmente, é a complexidade da sala de aula, formada por alunos com faixas etárias, classes sociais, estilos de vida e ritmos de aprendizagem bastante diferentes entre si. Nesse contexto, como deve proceder o docente para aprimorar a prática pedagógica, ampliando o diálogo, a educação inclusiva e o processo de ensino-aprendizagem? Este manual para o dia-a-dia dos professores da educação básica - especialmente os das séries do ensino fundamental - de escolas públicas responde a essas perguntas e ajuda o professor a refletir sobre a própria prática, aprimorando-a. Com textos curtos, exemplos reais e espaços para anotar idéias ou experiências pessoais, esta obra - enumera princípios para desenvolver uma sala de aula inclusiva; ajuda o professor a identificar recursos humanos na escola e na sala de aula para melhorar a qualidade da educação; explica como utilizar os recursos existentes em sala de aula para promover a colaboração; traz uma avaliação para tornar a sala de aula mais inclusiva; apresenta os mais importantes documentos internacionais que abordam o tema da inclusão em sala de aula.

Sobre o autor:

FERREIRA, WINDYZ B.Windyz Brazão Ferreira desenvolve há dez anos estudos sobre processos de exclusão e inclusão nas escolas. É consultora da Unesco (Paris e América Latina) para assuntos de educação inclusiva desde 1997, tendo participado da elaboração de importantes documentos. Implantou e coordenou o projeto nacional Educar na Diversidade, do Ministério da Educação. Docente de universidades brasileiras há mais de 25 anos, atualmente é professora doutora na Universidade Federal da Paraíba. Publicou inúmeros artigos e capítulos de livros, tanto no Brasil como no exterior, e em 2003 elaborou, para a organização Save the Children, a cartilha 'Aprendendo sobre os direitos das crianças com deficiência - guia de orientação à família, escola e comunidade'.
MARTINS, REGINA COELI B.Regina Coeli Braga Martins é professora, pedagoga e psicopedagoga. Educadora do ensino fundamental de São Paulo há dezenove anos, atuou também como professora e coordenadora da educação infantil da rede particular de ensino do município, desenvolvendo projetos de alfabetização construtivista. Foi coordenadora pedagógica da rede estadual de ensino de São Paulo no período de 1992-1997 e deu aulas nessa rede por dez anos. Coordenou diversos projetos culturais, de incentivo à leitura, de resgate da cidadania e de promoção da diversidade. É presidente da organização não-governamental Educação Para Todos (EdTodos).
Flávia NS

Formas inovadoras de avaliação

Cada professor possui um modo particular de avaliar seus alunos, alguns introduzem elementos inéditos e conservam alguns dos tradicionais. Mas o importante é não cometer erros que podem levar a uma possível falha na avaliação, que é o processo fundamental para a obtenção do conhecimento.

Alguns procedimentos fatais podem ocorrer no processo de avaliar os alunos, tais como: Comunicar aos alunos que eles já têm a nota mínima de aprovação e que o esforço que tiverem do período em diante servirá apenas para aumentar a nota. Não será nenhuma surpresa se diante desta situação o aluno se desinteressar pela disciplina.

Se o professor planeja uma aula diferente, com exposições orais e cartazes, por exemplo, é aconselhável que ele avalie esta aula, porque se o aluno é convidado a expor suas idéias ele pode fazer a seguinte pergunta: Vale nota? Se a resposta for não, este aluno vai se sentir frustrado porque sua produção não foi avaliada. A conseqüência será o desânimo diante de outras propostas em bimestres seguintes.

A avaliação não pode ser um processo frio e conservador, como o que ocorre com a aplicação de provas difíceis, onde o aluno só se preocupa com a nota final e não com o que aprendeu. Algumas dicas de como avaliar de forma inovadora:

• Avalie os alunos através de observações durante a aula: perceba quais deles se mantêm atentos às aulas e explicações;

• Verifique os cadernos dos alunos, e procure pôr indicações de como foram registradas as explicações e realizadas as tarefas de casa;

• Realize uma ou duas provas com perguntas objetivas, nas quais os alunos devem mostrar quanto recordam do que foi explicado;

• Teste seus alunos, veja se conseguem aplicar o conhecimento adquirido em situações novas.

Todas essas atividades podem ser avaliadas de forma que os alunos se interessem mais pelas aulas e sejam gratificados por isso.

Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

FONTE: http://www.educador.brasilescola.com

Diogo Moraes (Dii)

Avaliação Escolar

Quando se fala em avaliação a primeira impressão que nos dá é de uma sala de aula cheia de alunos fazendo prova. Porém, essa não é uma prática apenas escolar.

A avaliação é um processo que faz parte de nossa vida.

Quando recebemos um elogio ou uma crítica é porque fomos avaliados em alguma coisa. Podemos avaliar várias coisas em uma pessoa, como o comportamento, a maneira como se organiza, seu jeito de falar e de agir, onde criamos pré-conceitos sobre esta pessoa, causados pelas impressões que a mesma nos transmite.

Na escola, a avaliação sempre se fez presente e necessária, como forma de “medir” o aprendizado do aluno, de forma individual, através das provas.

Há poucos anos era comum a aplicação de somente uma prova para cada matéria, o aluno tinha somente essa forma de ser avaliado.

Assim, as outras competências do indivíduo não eram consideradas, o que prejudicava aqueles que não conseguiam uma nota favorável.


A prova deve ser complemento de outras avaliações

Se o aluno não estivesse bem no momento da prova, nervoso ou ansioso, apresentando algum problema de saúde ou emocional, ficaria prejudicado devido ao modelo de avaliação, que era autoritário.

Segundo Ana Maria Avelã Saul, "A avaliação está se tornando o centro da aula, em torno do qual tudo gira. Só que em vez de centralizar a ação nos processos de produção de conhecimento, de ensino-aprendizagem que envolvem as pesquisas e as relações professor-aluno, tudo é voltado para a avaliação."

Com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394, de 1996, essa visão mudou.

Passou-se a avaliar o aluno em outros aspectos, considerando todo o seu potencial diante do processo ensino aprendizagem, o seu envolvimento diante da educação, através da participação em sala, envolvimento nas atividades propostas em sala de aula, tarefas e trabalhos de casa, responsabilidades com a entrega dos mesmos, somando-se todos esses para fazer o fechamento da média do aluno.

A avaliação deve ser feita como um processo contínuo, ao longo do período escolar, estando integrada aos objetivos do fazer do professor, que devem ser bem definidos.


Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


Diogo Moraes (Dii)

Formação continuada: a atualização do professor

Uma das exigências do século XXI para o professor é a formação permanente. Um profissional da educação que se preocupa em estar sempre se atualizando, com certeza está de acordo com os padrões estipulados para este novo método de ensino.

Um bom educador é aquele que se preocupa em refletir com seus alunos uma determinada matéria e não apenas ensinar ou transmitir conteúdos. Para isso ele precisa estar bem informado, conhecer práticas pedagógicas contextualizadas, instrumentos para um trabalho eficaz, aplicar metodologias diversificadas.

Infelizmente existem empecilhos na vida do professor que dificultam este preparo: o cansaço gerado pela longa jornada de trabalho, ou seja, a falta de tempo muitas vezes impede uma busca pela melhora da prática docente.

Mas em meio a tantas dificuldades é importante que o educador encontre meios para se atualizar. De que forma pode ser feita a formação permanente do educador?

Ciclos de palestra, seminários, simpósios, cursos de pós-graduação, eventos culturais, MBA, mestrado, extensão, entre outros. Em um mercado onde a competição é cada vez mais acirrada, os cursos de especialização estão se tornando quase obrigatórios nos currículos dos profissionais.

Os cursos de especialização fornecem ainda uma forma diferente de "enxergar" determinadas questões organizacionais, antes despercebidas. A contribuição importante desses cursos é a troca de conhecimentos práticos em sala de aula, onde cada um tem a oportunidade de apresentar suas experiências vividas, de acordo com o assunto abordado.

Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola}

FONTE: http://www.educador.brasilescola.com

Diogo Moraes (Dii)

Como proceder com alunos do maternal

Sabe-se que o primeiro contato que a criança tem com a escola é um momento único e especial, tanto para a família quanto para a escola.

Partindo desse pressuposto, é fundamental que o professor receba as crianças com o maior afeto possível, demonstrando simpatia e principalmente passando segurança para os pequenos iniciantes do convívio escolar, bem como nas atividades propostas.

O planejamento das atividades a serem inseridas é considerado o momento principal que irá propiciar a aceitação, a participação e a evolução da criança nesse novo ambiente.

Com o objetivo de enriquecer e facilitar o trabalho do professor de educação infantil, em especial do maternal, segue algumas sugestões de atividades e práticas a serem aplicadas para as crianças dessa fase escolar.

Atividades e condutas a serem aplicadas para alunos do maternal

• Com o objetivo de controlar os esfíncteres do aluno, orienta-se o professor que estimule e incentive a criança de forma tranqüila e gradativa.

• Elabore atividades que aborde a higiene bucal e coloque em prática com os alunos após o momento do lanche, incentivando o uso do creme e da escova dental. Teatro com fantoches é uma atividade que chama a atenção dos alunos, porém quando bem elaborada.


• No horário do lanche, auxilie o aluno a alimentar-se, mas dê liberdade para que ele aprenda a fazer sozinho. Lembre-se de que o papel do professor é de orientar e não realizar tudo que é proposto.

• Trabalhe com músicas gestuais, cantigas de roda e dança, estimulando partes do corpo.

• Conte histórias infantis, porém curtas.

• Trabalhe com o corpo através de estímulos, de forma que estimule a criança a identificar e nomear as partes do seu corpo. No momento do banho também pode ser trabalhado o corpo.


• Incentive e desenvolva a fala, conversando diariamente com a criança sobre os aspectos do dia-a-dia, possibilitando que essa expresse seus desejos através da fala, evitando somente a comunicação gestual, bem como favorecendo o desenvolvimento de sua linguagem.

• Trabalhe com garatujas, utilizando folhas brancas, lápis, giz de cera e/ou tinta guache atóxica. Nesse momento é fundamental que o professor fique atento de forma que o aluno não leve esses materiais à boca e olhos.

• Aplique atividades com traçados simples (desenvolvendo a coordenação motora), rasgar papel e trabalhar com massinhas, com formas geométricas: círculo, quadrado e triângulo, exercícios de encaixe, incentivando o acerto. No início o professor deve auxiliar a criança, no segundo momento deve deixar com que ela o faça.

Trabalhar com a criança possibilita ao professor criar inúmeras atividades. O importante é que no momento do planejamento o mesmo busque criar atividades que tenham como finalidade propiciar o desenvolvimento da criança como um todo.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

FONTE: http://www.educador.brasilescola.com/orientacoes/como-proceder-com-alunos-maternal.htm

Diogo Moraes (Dii)

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